O Carnaval e o Circo.

É Carnaval. Ninguém leva a mal. Os empurrões propositados, os sequestros de chupetas, ou o pisar dos vestidos longos de princesa pelos foliões masculinos.

O circo esteve presente nas máscaras, nas pinturas, nos jogos, na música. O circo como esse espaço, onde homens e mulheres, se enfeitam, se esforçam, se dedicam à eternidade de um mundo em Carnaval.

Onde as rotinas do mundo real ficam lá fora e, de repente, se escorrega como Alice por uma toca de coelho, em que não  batem relógios mas apenas pequenos corações ansiosos, felizes pelo brilho das luzes e pela promessa do mundo fantástico que lá vem.

Bom Carnaval (i.e. bom escorregar pela toca do coelho…:) ).

Até breve,

Catarina Correia Santos

Psicóloga Clínica e Coordenadora da Equipa Psicopedagógica

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