A Casa Amarela Infantário

Um sítio perfeito para se crescer.

INSCRIÇÕES 2010

ACAMaio09 146As inscrições para início de frequência entre Janeiro e Agosto de 2010 vão realizar-se a partir de segunda-feira dia 2 de Novembro sendo que a lista de espera já existente terá prioridade. Os pais das crianças pré-inscritas deverão proceder à sua inscrição efectiva durante a próxima semana.

Catarina Correia Santos

Directora Técnica

Ouve-Se ÓpEra… na Casa Amarela

operaTodos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas palavras sensatas.” (J. Goethe)

Não é novidade que a música é importante no desenvolvimento neurológico do ser humano, daí a sua importância nos primeiros anos de vida, quando a capacidade de expansão de conexões cerebrais é mais acelerada.

A música infantil é uma boa aposta neste sentido, uma vez que retrata a realidade da criança e cativa a sua atenção pela proximidade. No entanto, limitar o que as crianças ouvem a músicas infantis é limitar a sua cultura musical futura.

O que a criança ouve vai determinar os seus gostos musicais futuros, a sua capacidade de abrangência de diferentes estilos e as suas aptidões. Uma criança que desde cedo ouve composições musicais baseadas em instrumentos orquestrais, apresenta uma maior facilidade na aprendizagem destes instrumentos que, por sua vez, funcionam como catalisadores de outras aprendizagens.

Torna-se portanto importante proporcionar às crianças o contacto com estilos musicais mais ricos. A ópera, pela sua conjugação de instrumentos e originalidade das obras, é considerada, uma das manifestações de arte mais completas, estimulando o indivíduo a vivenciar sentimentos e a ampliar o seu universo cultural e a sua visão do mundo.

Levar a criança a um espectáculo de ópera, permitir que ela veja e sinta as peças de teatro cantadas, ou simplesmente que as ouça, é abrir caminho para uma cultura musical ilimitada. Só uma pessoa com uma grande capacidade de atenção, interpretação e sensibilidade poderá apreciar uma obra de arte, e isto é algo que tem de ser estimulado desde a infância.

A arte – nomeadamente a arte musical que é a que mais toca nas restantes – não é património do adulto, deve ser partilhada com as crianças para que elas tenham a oportunidade de crescer dentro de uma cultura artística e para que, sobretudo, aprendam a gostar e a apreciar as diversas formas de arte.

Mafalda Peralta da Costa

Educadora de Infância

Um NaTaL MuItO… EIFFEL!

epopee_120ansO nosso projecto de Natal deste ano, para além das vertentes cultural e ecológica, terá igualmente uma vertente humanitária.

O nosso tema de Natal será… França, Paris, a TORRE EIFFEL. Para além de culturalmente irmos explorar este pais, e esta cidade em particular, vamos também CONSTRUIR a nossa Torre Eiffel de Natal… Pois… Para além do desafio que é construir esta torre desde logo, com a ajuda criativa de crianças até aos 3 anos, será definitivamente uma “aventura”!:)

De qualquer forma, a ideia é precisamente essa… explorar modos alternativos de construir uma mesma forma “monumental” e, pelo meio, ir percebendo uma cultura diferente com tudo o que ela implica: linguagem, monumentos, gente, espaços, outros.

Como a vertente ecológica tem de estar obrigatoriamente presente, a nossa será uma Torre Eiffel RECICLÁVEL, o que significa que… precisamos de toda a ajuda.:) Basicamente precisamos que guardem e nos tragam todas as tampas de plástico que conseguirem reunir, dentro de garrafões de água vazios.

Mas como eu disse no início, este ano teremos igualmente uma vertente humanitária. Depois de exposta pelo Natal, a nossa torre será doada a uma entidade que está a angariar tampas para que seja feita a entrega de uma cadeira de rodas a um menina com espinha bífida.

Na Casa Amarela vamos tentar passar aos vossos filhos, aquele que é o verdadeiro prazer do Natal… O prazer de dar aos outros algo que os faz sentir melhor e muito, muito especiais para nós. Parafraseando J. F. Kennedy: Não vamos pensar no que o Natal pode fazer por nós, mas no que cada um de nós pode fazer pelo… “Natal”.

Agradecemos desde já a vossa ajuda neste projecto, e prometemos nunca deixar de vos pedir mais e mais colaboração para o realizar das nossas “ideias”.:) A ligação escola-família-sociedade nunca foi tão importante como neste novo século que vivemos.

NOTA: Também muito interessante, foi encontrarmos este sábado, exposto no Museu da Electricidade, um “Arco do Triunfo” feito em caixas de plástico e… galardoado! :)

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Catarina Correia Santos

Psicóloga Clínica e Coordenadora da Equipa Psicopedagógica

SaLaDa De MaTeMáTiCa?

ACAOUT16 121Na sexta-feira fizemos salada de frutas e aprendemos matemática…

Aprendemos que UMA pêra, pode transformar-se em DOIS pedaços, e depois em QUATRO pedaços… e que às vezes pode voltar a ter apenas TRÊS pedaços… quando a nossa colega lá do outro lado da mesa, resolve que um QUARTO da pêra é para ela comer!

Pois é… E o que é MAIOR? A maçã ou a uva?… A MAÇÃ!! E o que é mais PEQUENO? O kiwi ou a manga?… O KIWI!!…

Pois é… E outra coisa gira que aprendemos, é que às vezes, um fruto é de uma côr por fora e de outra côr por dentro… Como o Kiwi… E isto, para quem ainda não tem as cores na ponta da língua, dá i-m-e-n-s-o jeito aprender…

Catarina Correia Santos

Psicóloga Clínica e Coordenadora da Equipa Psicopedagógica

QuAnTaS fOlHaS cAiEm No OuToNo?…

Quantas folhas caiem no Outono?…

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Uma?

aca babies 181Duas?

aca babies 182Três?

aca babies 183Quatro?

aca babies 184Cinco?…

Vamos contar outra vez?

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E depois (para o Outono ter ainda mais cores!) vamos pintá-las.

aca babies 203Tantas cores! Posso pôr as mãos?!…

Agora vamos decalcá-las… Com mais força…

decalqueAs folhas que nós pintámos vão lá para fora secar…

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…e nós… bem… nós vamos lavar as mãos e vamos comer.

Trabalhámos muito e estamos cansados.

E depois… Hora da sesta!

(Acho que hoje, nem vou conseguir não adormecer… antes do fim da história.).

Catarina Correia Santos

Psicóloga Clínica e Coordenadora da Equipa Psicopedagógica

Sábados de Teatro: 1ª Temporada “CoNtOs JaPoNeSeS” (Calendário)

teatroA dramatização de histórias – e o consequente assumir de papéis, que não sendo nós, nos permitem a liberdade de exprimir emoções e atitudes novas – é um procedimento psicológico que visa a catarse dos mal entendidos, o entendimento pessoal e a aprendizagem, e que dá pelo nome de psicodrama.

Entre as crianças, a sua aplicação tem uma intenção meramente exploratória do próprio: tentam-se os limites, experimentam-se tácticas, melhoram-se posturas, descobrem-se horizontes (internos e externos) inexplorados. Nos adultos, para além de uma intenção exploratória, o Psicodrama, acumula ainda a vertente terapêutica que no presente caso estará excluída – apesar de cada atelier de dramatização ser pensado por uma psicóloga, em colaboração com uma educadora de infância e uma actriz.

A 1ª Temporada dos Sábados de Teatro terá como tema os Contos Infantis Japoneses e decorrerá entre as 14 horas e as 18 horas nos dias 17, 24 e 31 de Outubro, 7, 14 e 21 de Novembro e 12 e 19 de Dezembro. Cada um dos oito sábados será objecto de um conto e as suas inscrições limitadas a 10 crianças. Podem participar nos Sábados de Teatro crianças a partir dos 16 meses até aos seis anos. Preço de cada Sábado no Teatro: 15 euros (desconto de 10% para irmãos e para crianças que frequentem A Casa Amarela).

CALENDÁRIO:

17 Out : A História de Momotaro e do Pêssego

24 Out : As Aventuras de Kintaro, o Rapaz de Ouro

31 Out : A Zanga entre o Macaco e o Caranguejo

7 Nov : A História do Princípe Yamato Take

14 Nov : As Pedras de Cinco Cores e a Imperatriz Jokwa

21 Nov : A Lebre Branca e os Crocodilos

12 Dez : O Espelho de Matsuyama

19 Dez : A Medusa e o Macaco

Para fazer a inscrição, pode contactar-nos através do 217.143.237 ou através do email geral.acasaamarela@hotmail.com.

Catarina Correia Santos

Psicóloga Clínica e Coordenadora da Equipa Psicopedagógica

Manhãs na PiScInA

Devem haver poucas coisas melhores que estas duas coisas juntas…

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Água e areia. É como na praia mas com duas grandes vantagens… quem não quer ir para a água, pode sempre ficar na manta de retalhos a brincar com o lego, e descansar nas toalhas de praia estendidas sobre a relva é bem mais fresquinho. E depois há ainda os salpicos de água constantes a virem da piscina, e é quase como se estivesse a chover de mansinho. Hoje o calor apertou e, tudo isto, soube-nos muito bem. Também fizemos um pic-nic cá fora e, para variar, ninguém disse que não a nada…

AcaBabiesAgosto2009 202E depois, há ainda esta coisa fantástica, de poder chapinhar com os pés na água e na relva…

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Catarina Santos

Psicóloga Clínica e Directora Técnica

Na nossa horta há… música?!

Na nossa horta há…

ACA Babies 20090617 031Muitas coisas. Coisas de todas as cores. Legumes de todas as cores. Pintalgadados. Dedados. Não faltam cores nem formatos, porque cada um vê o que vê… e o que vê é para contar (desenhar…)!

E depois de lembrar e desenhar a horta, chega a música… “Também posso tocar?”…

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Na horta lá fora… Crescem de verdade muitas coisas boas; umas que já podemos colher…

Cenoura

E outras que ainda não, mas quase…

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Amanhã voltamos lá para ver.

Catarina Santos

Psicóloga Clínica e Directora Técnica

Festa de Cores, Cores em Festa

ACA Babies 20090617 048Este mês enfeitámos a Casa Amarela…

Já tínhamos muitas cores, é verdade… Mas poderá uma escola, alguma vez, ter cores a mais…? Nunca.

Não aprendemos nada sobre santos populares ou marchas bairristas – cremos que tempos virão em que nos ensinarão sobre tudo isso… – para já, foi só uma questão de cores, grinaldas voadoras e balões! E, para já, é quanto nos basta para sabermos que estamos em festa!

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Catarina Santos

Psicóloga Clínica e Directora Técnica

An Apple Cake

ACAMaio09 176Na sexta fizemos um bolo. Todos juntos. Sentámos-nos no refeitório à volta da mesa e metemos mãos à obra. A Célia ia trazendo coisas. Ovos,vários pacotes brancos, uma garrafa com um líquido dourado, iogurtes e três grandes maçãs vermelhas (os iogurtes são para comer já?… ah… são para o bolo).

A Mafalda mostrou-nos como partir os ovos e deixou-nos deitá-los para dentro desta taça enorme à nossa frente. Conseguimos sorrateiramente também mexer nas cascas. Depois foi a parte mais doce. O açúcar. Quem diria que aquela coisa tão boa vinha de um pacote branco? Um dia destes vamos aprender de onde vem antes de vir do pacote branco (já temos beterrabas a crescer na horta especialmente para esse dia…).

Depois, aos poucos, foi tudo caindo para dentro da taça e, cada vez que algo caia, nós tínhamos de contar quantos copos se tinham de deitar lá para dentro: 1, 2, 3… e, de alguma forma, caia sempre também algo para fora, para todos os lados, e nós podíamos mexer e provar-lhe!

No final a Mafalda usou um instrumento branco com duas hastes estranhas e que fazia muito barulho para juntar tudo. Depois a Célia trouxe uma espécie de tacho com um buraco ao meio (chamaram-lhe “forma”; em forma de quê?!…) e deitou a nossa poção “mágica” lá para dentro. A Célia levou a “forma” com a poção mágica para o forno e nós fomos lavar-nos e almoçar.

Depois da sesta, descobrimos porque é que a “forma” se chama “forma”… Porque é em “forma de bolo”! O nosso bolo de maçã estava alí, lindo e delicioso a olhar para nós. “É um bolo de quê, meus amores?…”. “Apple!”. “Muito bem, an apple cake!”. E, pelo menos por hoje, fomos uma vez mais, felizes para sempre…

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Catarina Santos

Psicóloga Clínica e Directora Técnica

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